F1, Automobilismo E Esporte Em Geral

08 Feb 2018 07:17
Tags

Back to list of posts

SÃO PAULO (muita calma nessa hora) - Bem, bem, bem. O comunicado da FOTA não oferece margens a especulações. is?rC1tzuxjXMu7Cc9-VO1IDguMZShdYB1nbHroxXu_hmE&height=219 Não se trata mais de uma ameaça, mas de uma decisão. Que me surpreende, pra ser sincero. Eu achava que no final das contas Mosley iria vencer, dado o teor da amplo carta divulgada terça-feira, embasando todas tuas decisões e acusando diretamente a Ferrari de liderar uma tentativa de levante com claros interesses próprios. Venceria rachando a FOTA. Mosley não se importaria com deserções da Toyota, da Renault, da BMW Sauber, da Red Bull e da Toro Rosso.Estas ele a todo o momento achou que não têm importância, entram e saem, não são comprometidas com a F-um. Bem como não se importaria se a Ferrari resolvesse bater o pé. Mas queria trazer Brawn e McLaren. Esta última seria seu grande trunfo pra notabilizar ao universo que a Ferrari era a vilã da história.Contava, para essa finalidade, com o pisar em ovos da McLaren desde o caso da espionagem e da farsa de Hamilton em Melbourne. Achava que o time prateado, para impossibilitar problemas, acabaria cedendo, levando junto a Brawn por causa da Mercedes. Além disso, Ross Brawn não é exatamente o superior amigo de Luca di Montezemolo por conta dos protestos do começo do ano em conexão aos seus difusores. Todavia talvez Max não considerasse seriamente a alternativa de um novo campeonato. Com seus times iniciantes, mais a tradição da Williams, a Force India, a McLaren e a Brawn, daria um pé solene pela Ferrari e nas montadoras que em tão alto grau abomina. E não abomina por questões pessoais, neste local vale o parêntese. Há anos Mosley alerta pra instabilidade de uma classe cujo alicerce são corporações dirigidas por gente que não tem no esporte um final, contudo um meio.Diz ele na carta de terça: "Quando a Honda divulgou tua desistência em dezembro de 2008, neste instante havia feito tua inscrição para 2009 e era contratualmente agradecida a competir. Duas coisas ficaram claras para a FIA. Primeiro, cada montadora poderia sair a qualquer momento. E a FIA não teria como recorrer contra estas montadoras, contra a corporação principal, só contra as equipes que não teriam patrimônio nenhum, no entanto tuas dívidas.Segue a FIA, a todo o momento com muita domínio: "A Renault depende do governo francês. Parece duvidoso que os contribuintes franceses estivessem dispostos a gastar o dinheiro de seus impostos, em quantias tão altas, em uma equipe de F-1. Diante da probabilidade de termos somente dezoito carros no grid em Melbourne e de as coisas piorarem em 2010, a FIA teve de agir. Havia dois passos óbvios. is?rC1tzuxjXMu7Cc9-VO1IDguMZShdYB1nbHroxXu_hmE&height=219 Primeiro, uma aproximação ao sr. Montezemolo pra adquirir dele uma garantia de que as montadoras estariam no grid em 2010 e que a ocorrência da Honda não iria se reforçar.Três - Produtos para pets000 são os funcionáriosRenegocie dívidastrês - Balões infláveisAí seguem várias opiniões a Montezemolo. Ele teria prometido as garantias, porém nunca apresentou sequer uma carta das montadoras garantindo teu tratado com a F-um. Nem mesmo da companhia dele, a Fiat", diz a FIA. Depois, pela reunião do Conselho Mundial de dezessete de março, a Ferrari votou contra o teto orçamentário, contudo não contra as liberdades pra equipes que o adotassem. Mais tarde, em outro Conselho Mundial, em vinte e nove de abril, foi votado a regra pra 2010 em dados. Montezemolo não apareceu. Elegeu o presidente da comissão italiana de kart, "Mr.Macaluso", com uma procuração pra votar em nome da Ferrari. Macaluso também não apareceu e participou da reunião por videoconferência. Votou contra as regras (foram dois votos contra), sem justificar o voto. Veio depois a ação da Ferrari na Justiça francesa, e mais reuniões, e a FOTA empurrando tudo com a barriga, inclusive uma tentativa de esclarecer como seria feito o controle financeiro do teto orçamentário. Max foi ficando de saco cheio. O presidente da FIA descobre que a FOTA quer controlar a grana e as regras.Tem desculpa, quer mesmo. E argumenta que a F-um necessita de um órgão regulador imparcial e independente "pela própria meio ambiente do esporte", pelo motivo de ele é disputado "por pessoas que querem vencer (literalmente) a qualquer custo". Há numerosos exemplos disso, envolvendo pelo menos quatro equipes da FOTA, nos últimos anos", diz o texto.Um ótimo governo não significa que a Ferrari precisa governar. Mosley termina tua carta com uma reflexão um pouco mais filosófica a respeito da F-um. A discussão é sobre isto os princípios da F-1. Sobre liberdade técnica. É o reconhecimento da FIA e de inúmeras equipes de que você poderá ter independência técnica, autonomia para inovar, ou liberdade pra gastar sem limites. Não é possível aguentar as duas coisas.Comparada com as propostas da FOTA, o critério de 2010 é muito mais livre. A FOTA propõe não testar, cortar o KERS, padronizar câmbio, aerodinâmica, determinar o trabalho nas fábricas. Mosley tem causa em tudo. O caso econômico mundial não comporta a gastança da F-1 e as inconstâncias quanto à participação das montadoras. A Ferrari quer tomar conta de tudo, é o que Max isto é. Comprou a briga. Perdeu oito equipes, no entanto podes ganhar quinze. Só que sem McLaren e Brawn, vai ter de ser muito hábil para construir uma nova F-um que seja atraente para o público e pros parceiros de a todo o momento. Do outro lado da trincheira, as 8 rebeldes também terão problema para construir um grid razoável.

Comments: 0

Add a New Comment

Unless otherwise stated, the content of this page is licensed under Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 License